sábado, 14 de junho de 2008

A imensidão universal infinita

A imensidão universal infinita

Dos mais diversos lares e criaturas;

Umas, moradas ricas e bonitas.

Outras, carregadas de agruras

Chorosos seres presos a sepulturas

E outros que, voando pelo céu,

Visitam os planetas mais distantes

Visitam também os enfermos,

Os espíritos perdidos, as almas errantes

Assistem-nas e medicam-nas

Dão-lhes forças, dão-lhes asas

Apoio, fraternidade e compaixão

Pois estes alegres viajantes sabem

Que em cada canto do universo

Clama por auxílio algum irmão

Que ainda em estado adverso

Pouca luz conseguem ver

“Ser de luz, só lhe peço

Que me tire daqui!”

Então os viajantes secam seu choro

E, dos locais mais distantes, em coro

Dizem: “Acalma-te, criança,

“Não há por que chorar

“Já chegou a bonança

“Se hoje ainda choras, não mais chorarás,

“Pois é chegada a hora da esperança

“A escuridão tornar-se-á alvorada

“A noite ao ser iluminada será dia

“E , então, verás uma escada

“Suba-a e, ao chegar ao topo,

“Tu te tornarás um ser feliz

“E tua felicidade contagiará o mundo.”

terça-feira, 10 de junho de 2008

Mais aforismo...

Quem argüi com xingamentos não possui argumentos.